Em Cartaz - 12 Horas
12 Horas
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Filme |
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Título Original |
Gone |
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Elenco |
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Genero |
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Ano de Produção |
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País de Produção |
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Duração |
97 min |
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Diretor |
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Distribuidora local |
ANÁLISE DO EDITOR
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[ 2.0 ] |
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[ 2.0 ] |
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[ 1.0 ] |
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[ 2.0 ] |
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Trilha Sonora |
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[ 3.0 ] |
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[ 0.0 ] |
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Iniciando pelos pontos fracos, fica difícil interessar-se por uma obra que ainda investe naquela clássica cena de susto, onde um gato pula em direção à câmera. Infelizmente este momento acaba refletindo todo o projeto, que causaria certo impacto caso houvesse sido lançado em meados da década de noventa. O roteiro de Allison Burnett (de Anjos da Noite Despertar) é no mesmo nível de todos os seus outros trabalhos, muito pouco inspirado. A trama (uma jovem que tem apenas doze horas para encontrar sua irmã) pede um senso de urgência que nunca se faz presente. Existem ótimas ideias a serem abordadas, como quando se coloca em questão a sanidade mental da protagonista, porém o conceito fica na promessa e nos psicóticos olhos arregalados da bela Amanda Seyfried. A atriz já provou não ter muito critério em suas escolhas (vide o horrível A Garota da Capa Vermelha), porém desta vez ela não desaponta. Mesmo sua personagem sendo presenteada pelo fraco roteiro com um arco narrativo totalmente inverossímil (uma jovem garçonete que domina artes marciais, sabe pilotar como um profissional da Fórmula Um e ainda maneja com habilidade vários tipos de armas de fogo... Basta nos lembrarmos de quantos anos de treino foram necessários para a clássica Nikita de Luc Besson aprender o mesmo), ela consegue injetar energia cada vez que aparece em cena, quase como uma injeção de adrenalina que revive de tempos em tempos um filme moribundo.
12 Horas é válido para se assistir em casa, numa tarde chuvosa. Parabéns ao Heitor Dhalia por ousar encarar a indústria internacional (a maioria de nossos cineastas esconde o pavor que sentem, por trás de uma hipócrita atitude blasé).
