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Em Cartaz - As Idades do Amor

As Idades do Amor
 
As Idades do Amor

Filme

 

Título Original

Manuale d'am3re

Elenco

Robert De Niro, Monica Bellucci, Riccardo Scamarcio

Genero

Comédia romântica

Ano de Produção

2011

País de Produção

Itália

Duração

122 min

Diretor

giovanni veronesi

Distribuidora local

Califórnia Filmes

ANÁLISE DO EDITOR

Avaliação Geral
[ 1.5 ]
Direção
[ 2.0 ]
Roteiro
[ 1.0 ]
Fotografia
[ 2.0 ]

Trilha Sonora

[ 1.0 ]
Figurino
[ 0.0 ]
Octavio Caruso

Analisado por Octavio Caruso

Em 26 de Abril de 2012.

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Já está provado na indústria cinematográfica, que filmes com estrutura de antologia são um negócio arriscado, mercadologicamente falando. O único que me recordo haver fugido desta regra é o clássico de Woody Allen: “Tudo o que você Sempre quis saber sobre Sexo”, ainda na década de setenta. Outra coisa que fica provada com este “As Idades do Amor” é que Robert De Niro realmente perdeu seu senso criterioso.

O roteirista e diretor Giovanni Veronesi aborda o amor durante três fases: “Juventude”, “Maturidade” e “Além” (com De Niro e Monica Bellucci). Como é usual em obras deste estilo, varia bastante a qualidade entre os três contos. Triste constatar que dentre todos os fracos personagens unidimensionais elaborados no roteiro, sobra para De Niro exatamente o menos crível (preparem-se para talvez, a pior cena de sua carreira, onde a vergonha alheia impera). O elemento que liga os três contos é um ingênuo cupido atualizado e motorizado, que pouco ajuda a manter o interesse do público. Difícil se identificar com situações tão irreais e mal ajambradas. Normalmente neste ponto, poderia discorrer alguns parágrafos contando aos leitores as tramas (sinopse) de cada uma das histórias de amor, tal qual uma mãe ninando um filho. Porém este nunca foi meu método, prefiro preservar o pouco charme que o filme entrega, respeitando a experiência do leitor que escolher pagar o ingresso da sessão.

“As Idades do Amor” promete ousadia, com algumas soluções criativas e que fogem do lugar comum dos filmes românticos, mas vê-se prejudicado por uma “mão pesada” na direção e por personagens pouco carismáticos. Longo e cansativo, pode ser uma boa opção para assistir em casa, com o controle remoto bem distante, para evitar a tentação de interrompê-lo e checar o que está passando na programação.




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