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Em Cartaz - Lola

Lola
 
Lola

Filme

 

Título Original

Lola

Elenco

Anita Linda, Rustica CarpioMiley Cyrus, Demi Moore

Genero

Drama, Comédia

Ano de Produção

2012

País de Produção

filipinas, EUA

Duração

97 min

Diretor

brillante mendoza, lisa azuelos

Distribuidora local

Imagem Filmes

Duas senhoras (Anita Linda e Rustica Carpio) têm de lidar com as consequências de um crime envolvendo os respectivos netos: um é a vítima, outro o suspeito. Pobres e desprotegidas, ambas vão as ruas pedir dinheiro, cada qual com um objetivo.

ANÁLISE DO EDITOR

Avaliação Geral
[ 1.0 ]
Direção
[ 2.0 ]
Roteiro
[ 1.0 ]
Fotografia
[ 0.0 ]

Trilha Sonora

[ 2.0 ]
Figurino
[ 0.0 ]
Octavio Caruso

Analisado por Octavio Caruso

Em 07 de Novembro de 2012.

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“Lola” (avó) é um bom exemplar do cinema filipino. Com ritmo de documentário, somos apresentados a duas avós conectadas por um trágico acontecimento. Uma sofre com o assassinato de seu neto e busca conseguir dinheiro para lhe oferecer um funeral digno, enquanto a outra procura juntar dinheiro para pagar a fiança de seu neto, que cometeu o crime.


O diretor Brillante Mendoza cria uma história sobre aceitação e perdão, subliminarmente afirmando que qualquer pessoa é capaz de cometer atos criminosos, se pressionada for. Independente de acreditarmos ou não nesta linha de pensamento, o filme nos brinda com uma linda fotografia (por Odyssey Flores) e um final que procura a beleza por trás da feiúra das piores ações humanas.


Anita Linda (Sepa) e Rustica Carpio (Puring) nos fazem crer em cada olhar, que estamos diante de um documentário, tamanha naturalidade de suas atuações. O baixo orçamento ajuda a compor esta crítica social, com câmera nas mãos e montagem simples, passando um tom amador coerente com a proposta.


Peca pelo melodrama excessivo em partes e por um desnecessário didatismo. Se um argumento é repetido algumas vezes em um filme, serve para enfatizá-lo, mas se este argumento já foi deixado claro e continua sendo repetido, se torna uma distração chata. Nós não nos interessamos pela jornada dos personagens, apenas sentimos angústia. A narrativa sofre com a falta de sutileza do diretor. 


“Lola” merece ser assistida ao menos uma vez, pois na “balança”, seus acertos superam suas falhas.





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