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Mother – A busca pela verdade

Mother – A busca pela verdade

Filme

Genero Suspense
Ano de Produção 2009
País de Produção Coréia do Sul
Duração 125 min
Diretor Joon-ho Bong
Distribuidora local Paris Filmes

Trailer do Filme

Hye-ja é uma viúva e dedica a vida a seu único filho, Do-joon, o principal suspeito de um assassinato. Determinada a provar a inocência do filho, Hye-ja decide encontrar o verdadeiro assassino sozinha.

Análise do Editor

AVALIAÇÃO GERAL: 
 
5.0
Roteiro:
 
5.0
Direção:
 
5.0
Fotografia:
 
5.0
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5.0
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Que o cinema coreano é hoje o mais fértil do mundo muitos críticos hão de concordar. E dois de seus melhores diretores, aqueles que conseguem furar o bloqueio da distribuição internacional, estão em cartaz no Brasil. O primeiro é Park Chan-wook, diretor de “Old Boy” e do novo “Sede de Sangue”, que estreou em míseras duas salas em São Paulo. O outro é Bong Joon-ho, do terror “O Hospedeiro” e deste “Mother”.



Joon-ho tem aquele talento raro para trocar de gêneros com desenvoltura. Depois um terror à la Godzilla, fez este drama sobre uma mãe que luta para provar a inocência do filho em um assassinato. O filho, já crescido, apresenta algum tipo de problema mental, uma deficiência que o mantém infantilizado. Daí a proteção da mãe ser mais necessária – mas como ela pode ter certeza de que seu filho problemático é mesmo inocente?



Dito assim, o principal interesse de “Mother” parece estar nas reviravoltas do roteiro. Engano: Joon-ho é um mestre maior na construção de imagens e cenas inusitadas. O filme abre com a mãe num campo de trigo vagando a esmo. De repente, ela levanta os braços e começa a executar uma estranha dança, seguindo o movimento das plantas. Um movimento misterioso que ecoa o mistério da maternidade, essa força protetora que vai além das razões.



Joon-ho é daqueles cineastas que pega a cena mais banal, reflete sobre ela durante um longo tempo e sempre descobre como torná-la mais interessante – fascinante nos melhores casos. Desfilam personagens insólitos, situações estranhas, revelações inesperadas. Mas tudo é garantido pela força de sua mise-en-scène, até o esplêndido final.



A lamentar somente a projeção digital, que tira muito da beleza e do impacto da fotografia de “Mother”.

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AVALIAÇÃO GERAL: 
 
3.3
Roteiro:
 
5.0   (1)
Direção:
 
4.0   (1)
Fotografia:
 
3.0   (1)
Tilha Sonora:
 
1.0   (1)
 
 
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3.3
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5.0
Direção:
 
4.0
Fotografia:
 
3.0
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Comentários (1)

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Freud explica
0
A proteção demais da mãe pode ter levado o filho para a deficiência e não a deficiência do filho que elevou a proteção da mãe.
Walter , junho 18, 2010

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