Depois de um início um tanto confuso, a história se divide em dois segmentos: enquanto acontece a batalha entre um clã de ninjas e um discípulo (Rain) que abandonou o grupo e agora é inimigo declarado do mesmo, uma investigadora da Europol (Naomie Harris) investiga alguns assassinatos políticos que foram cometidos de uma maneira muito peculiar e semelhante. As duas histórias se convertem, trazendo um par não convencional e muito sem química que corre o tempo todo para salvar suas vidas.
A personagem feminina, então, é de uma chatice incrível. O pecado maior do filme reside em tratar o clã de ninjas de forma tão simplista e maniqueísta, enquanto o que acontece dentro de suas paredes seria, de longe, o mais interessante do roteiro. Desde que, claro, as relações humanas fossem mais realísticas, o que até parece ser o caso no início, mas pouco a pouco desaparece completamente.
Apesar de ser o grande atrativo do filme, as lutas não apresentam nada de novo, seja em coreografia ou movimento e angulação de câmera. A sensação é de que todos nós já vimos algo parecido, como naqueles filmes antigos com Jean-Claude Van Damme. E eles eram bem mais divertidos do que isso.




